Valorizar os servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário é valorizar a reforma agrária, a agricultura familiar e o desenvolvimento rural sustentável e solidário!

terça-feira, 19 de maio de 2015

NOTA PÚBLICA Por um perfil do novo Condef à altura do papel das DFDAs

A equipe de gestores do Ministério do Desenvolvimento Agrário vem passando por mudanças deste o início do segundo governo Dilma.  É preocupação do conjunto dos trabalhadores do MDA deste então se os novos chefes a frente da Administração estarão à altura de superar os problemas por que passa o órgão nestes últimos anos e enfrentar os desafios da questão agrária nacional, para podermos pelas políticas públicas de fato dotar o meio rural brasileiro de um desenvolvimento sustentável e solidário.

Nesses marcos a Diretoria da ASSEMDA lançou uma Nota Pública que se manifesta como diz o título "Por um perfil do novo Condef à altura do papel das DFDAs", um dos setores mais importantes, mas também mais subestimados do Ministério.

 Veja a seguir a íntegra da Nota Pública:


NOTA PÚBLICA

Por um perfil do novo Condef à altura do papel das DFDAs

A Associação Nacional dos Servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário, vem a público manifestar que acompanha com muito interesse as reformas promovidas no quadro gestor do MDA. Destacamos o compromisso assumido pelo Ministro Patrus Ananias de utilizar como critérios de seleção para ocupar os cargos em comissão do Ministério a competência técnica, ética profissional e integridade moral, e de promover uma gestão verdadeiramente participativa no MDA. Desta forma olhamos com especial interesse a recente mudança na Coordenação Nacional de Delegacias Federais de Desenvolvimento Agrário, a CONDEF. 

Alguns poucos propalam equivocadamente que as Delegacias Federais de Desenvolvimento Agrário (DFDAs) possuem meramente a função de “escritório de representação e articulação política”, no entanto nós servidores reconhecemos o seu protagonismo na execução direta das políticas públicas nos estados, bem como sua atuação preponderante na convergência de ações deste Ministério. 

As Delegacias conferem capilaridade as deliberações governamentais e promovem uma interface íntima entre seus objetivos institucionais e os diversos atores sociais responsáveis para que as políticas do MDA cheguem de forma efetiva ao seu público alvo. As DFDAs são ferramenta poderosa, verdadeiras “pés e mãos” do nosso Ministério

Frente a esta grande tarefa, esperamos que a administração busque um profissional que responda a altura estes desafios, em especial:
  • que facilite e coordene a comunicação entre as Delegacias e a sede em Brasília;
  • que conheça e possa auxiliar no planejamento mínimo das atividades programáticas fins das unidades;
  • que promova uma gestão suprapartidária, com equidade;
  • que interceda profissionalmente na nomeação qualificada de delegados e assistentes, como também, a bem do serviço público, coíba a prática do clientelismo quando da contratação de terceirizados,
  • que tenha conhecimento de políticas públicas, em particular as políticas públicas deste Ministério;
  • que possua um olhar voltado à gestão de pessoas e real interesse no desenvolvimento profissional, no bem estar e ambiente de trabalho das Delegacias;
  • que mesmo à distância, combata de forma implacável o assédio moral e sexual;
  • e claro, que vigie a Lei 8.112/1990, conduzindo com probidade as questões administrativas das Delegacias, para que estas reflitam os valores basilares de nossa instituição.
São os desejos e expectativas que recaem sobre esta nova Administração.

Brasília, 18 de maio de 2015

A Diretoria Colegiada



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